Dois anos atrás passamos pelo Rio de Janeiro na volta da nossa grande viagem para a Chapada Diamantina. Ficamos apenas uma noite na cidade, e prometemos que voltaríamos para desfrutar mais da Cidade Maravilhosa. O fim-de-semana passado foi a oportunidade de fazermos passeios de turista no Rio: visitar o Cristo Redentor no alto do Corcovado, andar de bondinho no Pão-de-Açúcar e passear pelas praias famosas... Difícil foi escolher dentre as atrações da cidade.
Saímos na sexta-feira de noite acompanhados pelo Edison e sua namorada Jéssica, após horas no trânsito de São Paulo. Pegamos a Dutra em direção ao Rio, e chegamos em Niterói já de madrugada, onde fomos gentilmente hospedados na casa da Tati, amiga de faculdade do Pedro.
Temos que admitir que tivemos muita sorte. Após dias de chuva, acordamos com um sol e um céu azul maravilhosos. Pegamos o carro e fomos para o Corcovado, passando pela ponte Rio-Niterói. Já havíamos visto o caminho de carro que levava até o alto do morro, e não foi tão difícil de atingir o local onde os carros ficam estacionados. Lá vc pega uma van que leva os turistas até o Cristo, por 13 reais/pessoa. Para quem não estiver de carro ou se for alta temporada (quando provavelmente o pequeno estacionamento deve lotar) uma opção é ir de trem, que sai do metrô Largo do Machado e passa pela floresta da Tijuca, por 36 reais/pessoa.
Praticamente não havia fila. De lá dá para se ver a paisagem estonteante do Rio:
De volta, passamos pela Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos postais da cidade e procuramos um lugar para almoçar. Fomos para o Leblon, e depois de rodar quase uma hora atrás de uma vaga na rua para parar (pois é, inacreditável!), estacionamos e comemos num restaurante chamado Bronx, sugestão da Tati. Abastecidos e quase no fim-da-tarde, resolvemos ir ver o pôr-do-sol no Pão-de-Açúcar. Foi uma ótima idéia pois não havía filas para entrar. O passeio de bondinho tem duas partes, durando cada uma 3 min. Fazendo as contas vc vai achar o passeio caro: 44 reais por 6 min de bondinho (mais a volta). Mas sendo um ponto turístico bem famoso, vale a pena:
De volta para Niterói, descansamos, nos arrumamos e fomos curtir a night de Niterói. Existe uma avenida beira-mar (Av. Quintino Bocaiúva) com vários bares e restaurantes. Alguns bem chiques, mas todos com clima de praia. Tomamos uns drinks bem legais no Horaccio (lembra da sua Margherita Frozen Tati?).
Dia seguinte, dia de praia para curtir o sol! Fomos à uma praia muito bonita, em Niterói, chamada Itacoatiara. É point de surfistas, pois sendo uma praia de tombo, tem uma ondas muito grandes. É quase impossível entrar na água e não se arrastado pela maré. Bem perigoso, mas muito bonito.
(aqui vão as fotinhos da gente na praia, estou precisando que alguém me passe )
Hoje fizemos nossa primeira viagem de trem, após carregar nossas pesadas malas até a estação Termini, em Roma. A experiência foi boa. Depois de uma hora e meia de uma viagem confortável (bem melhor que a experiência do vôo da Ryanair) estávamos na estação Santa Maria Novella, em Florença. Após desembarcarmos, percebemos que não tínhamos trazido o endereço do B&B! Que cabeçudos. Mas enfim, tivemos a idéia de ligar o notebook na saída estação mesmo, e conseguimos conectar numa rede de Internet aberta, que nos salvou.
Ainda bem que o nosso B&B era bem perto da estação, e a caminhada não foi muito longa debaixo do sol de 30ºC. Nosso aposentos são bons, melhores que em Roma, e pela barganha de EUR58 por um quarto com suíte. Saímos para almoçar e comemos muito bem e depois de enrolar um pouquinho, fomos andar pela cidade. Florença, ou Firenze, é bem pequena, e dá para fazer tudo a pé (o que é bom, porque aqui não tem metrô!).
Caminhamos pelas ruas estreitas com prédios antigos, passamos pelo Duomo e chegamos até perto do rio Arno para avistar a Ponte Vecchio, que é bem famosa. Legal, mas… Atravessamos para tentar entrar no Giardino di Boboli, que é um parque gigantesco na cidade (pelo menos cobre uma parte verde bem grande no nosso mapa!). Porém eram 10 euros para entrar, e fechava logo. Achamos que não valia muito a pena. Aliás as atrações turísticas aqui encerram bem cedo (por volta das 18hs). Por isso é bom começar a passear logo de manhã.
Tomamos um gelato muito bom! Aliás, acho que é uma piada o que fazem com amantes de sorvete: fazem uma exposição ultra tentadora. Não tem como passar por uma gelateria e não comprar um sorvete… –.-*
Passamos ainda pela Piazza della Signoria, onde estão expostos David, de Michelângelo (na verdade a cópia, pois o original está na Galleria dell’Accademia, também aqui em Firenze) e outras estatuetas famosas. Ainda antes das 18hs resolvemos voltar para o B&B, onde estamos agora.
Amanhã de manhã vamos tentar entrar em algum monumento. De tarde, vamos pegar um trem até Pisa, e de lá encontrar a Tati e o Axel em frente à torre torta!
Estava comentando com o Pedro o quanto o dia de ontem foi o oposto do de hoje. Ontem estávamos no meio da Umbria, numa região do verde, das pequenas cidades, da tranquilidade, das belas paisagens; estávamos num hotel 4 estrelas, andando de carro... Hoje acordamos numa cidade não muito limpa, com um trânsito caótico, barulhenta e cheia; num bed&breakfast modesto, andando muito a pé e tentando achar as poucas estações de metrô da cidade.
Compramos o Roma Pass, que é um passe em que você paga EUR23.0 e visita duas atrações de graça e têm 3 dias de transporte livre. Pelo que vimos, vale a pena. Bom, mas reservamos o dia para visitar o Coliseu, o Palatino e o Fórum. Foi bem interessante, porém acho que as ruínas da Roma antiga se tornam mais interessantes se você sabe um pouco mais de história.
Foi um dia de muito sol aqui em Roma, e tivemos que fazer o passeio devagar e tomar bastante água. Estamos diminuindo um pouco o ritmo da viagem, pois afinal estamos de férias e também precisamos descansar!
Animação na Praia da Joaquina. Eu e Pe no mirante da Lagoa da Conceição.
Semana passada passamos o feriado de Tiradentes em Florianópolis, Santa Catarina. Para quem não conhece, é uma cidade linda, com água por todos os lados (o que agrada muito os amantes do mar, como eu), pessoas bonitas, e muitas opções turísticas.
No nosso roteiro de 4 dias, pudemos aproveitar bastante. Saímos de São Paulo no sábado bem cedo, e depois de umas 9hs de viagem, estávamos atravessando ao lado da Ponte Hercílio Luz, marco arquitetônico da cidade.
Vista da Ponte Hercílio Luz e da Lagoa da Conceição.
Chegando lá, fizemos o check in no Cris Hotel, hospedagem que não recomendamos muito aos leitores do deep. Fizemos a reserva pelo site hotéis Florianópolis, que oferecia o valor de 79 reais a diária do casal com café da manhã; preço bom, considerando que os hotéis em Floripa são meio caros. A reserva correu tudo bem pelo site (embora tenha ficado um pouco apreensiva no início). Nada contra a localização do hotel (fica de frente da praia da Joaquina), mas faltaram toalhas no nosso quarto no primeiro dia, no segundo faltaram no outro quarto (e quando perguntamos sobre elas, eles informaram que as toalhas tinham acabado!). Em um dos dias simplesmente esqueceram de arrumar a cama! O chuveiro era ruim e o café da manhã era razoável também. Na mesma praia existem outros hotéis, que provavelmente devem oferecer um serviço melhor.
De lá nós conhecemos muitas praias do norte, como Canasvieiras, dos Ingleses, Jurerê Internacional (que parece um condomínio de casas luxuosas), e a praia do Forte. Essa em especial, tem o passeio ao Forte, muito interessante, e tem um restaurante de frutos do mar muito bom (O Pescador Lobo), que conseguimos achar com poucas indicações da Gi, amiga do Pedro.
Canhões do Forte. Almoço no Pescador Lobo.
Falando em restaurante, comemos também num lugar muito legal chamado Capitao Fortaleza, que fica na Barra da Lagoa (entre a praia da Joaquina e a praia Mole) que têm mesinhas num deck virado para um canal. De lá dá para comer vendo (e invejando) as embarcações que passam pelo local. A comida é ótima.
Almoço chique no Capitão Fortaleza. Pedro e sua ostra.
De noite saímos quase que todos os dias para os restaurantes e barzinhos da Lagoa da Conceição. Os preços são um pouco caros, mas vale a pena, pois é um lugar agitado e frequentado por gente bonita.
Só na animação!
Enfim, mas valeu ficar na praia da Joaquina. O mar é agitado, e costuma
ser frequentado por surfistas. Tem também as dunas, onde é feito o
sandboard, ou popularmente chamado de Esquibunda. É muito divertido.
E para quem duvida que eu fiquei em Floripa A TRABALHO no restante da semana pós-feriado (enquanto o resto das pessoas voltaram para Sâo Paulo), eis a prova:
Malas já quase prontas. Quinta-feira estamos embarcando para Buenos Aires. E boa notícia: céu limpo e nada de chuva (segundo The Weather Channel). Estas previsões não costumam ser muito confiáveis, mas enfim, pensamento positivo!
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Últimos preparativos: quanto ao dinheiro, resolvemos sacar dinheiro nos caixs eletrônicos de lá, ao invés de trocar reais por pesos nas casa de câmbio. E o resto pagaremos com o cartão de débito quando der, ou com o de crédito (em último caso, por causa da flutuação da moeda).
Já estou com o meu RG novo nas mãos; para quem viaja para o Mercosul, não é necessário passaporte, mas o RG deve ter sido emitido, no máximo, há 10 anos.
Só precisamos resolver como iremos para o aeroporto. Uma corrida de táxi deve estar saindo por volta de 80 reais, mas temos outras opções: o estacionamento do aeroporto custa R$ 31,50/dia e tem um estacionamento (AirportPark) que custa R$
80 por 4 dias, se pagar antecipado pela Internet.
Agora é só terminar de arrumar as malas! Uhuuuhuuu!