Quinta, 30 de outubro de 2008
Não consegui resistir à piadinha... No final de semana passado, fomos para a Praia Grande, a Dê, eu e mais três amigas dela, a outra Denise, a Luciana e a Ângela!  Antes de ir, eu estava achando que podia estar entrando numa fria. Sabe como é, casa cheia de mulheres pode parecer legal num primeiro momento, mas uma análise mais fria vai fazer você ficar com medo: já pensou se todas estiverem de TMP, por exemplo? Além disso moças são seres instáveis por natureza, por isso que nós homens gostamos delas, mas isso não torna a situação menos perigosa. Além disso, me formei engenheiro, então essa densidade de mulheres é uma coisa que eu não via desde o colégio! Mas bom, eu já conhecia as meninas, já tínhamos viajados juntos (em outra proporção homem/mulher, claro) e não fiquei preocupado. No final, não tinha mesmo por que ter medo: o final de semana foi muito bom, regado de cerveja e caipirinhas. Ok, eram caipirinhas femininas, todas de vodka com frutas coloridas, mas estavam muito boas... essas moças não ficam pra trás de muito marmanjo barbudo quando se trata de álcool! Chegamos na sexta à noite. No sábado de manhã, fiz umas panquecas para as moças, e tomamos um belo café da manhã. O tempo não estava lá essas coisas, mas deu para ir para um quiosque na praia, onde passamos o final da manhã e boa parte da tarde. De noite, o semi-fiasco: uma tentativa infrutífera de achar uma tal de rua 15 de algum mês em Santos resultou em uma volta de 3 horas de carro, contando parar em restaurante sem mesa para comermos, e depois acabar num barzinho (alguém lembra o nome) com música ao vivo em Praia Grande mesmo (dava pra ter ido a pé) e brigar por uma mesinha para sentar. Mas graças à perseverança da Denise (não a minha), conseguimos sentar, e ficamos até altas horas ouvindo MPB ao vivo, comendo frango a passarinho, e tomando cerveja (ah, e as meninas ficaram paquerando o cara que cantava).  Domingo: toast-day. As meninas foram para a praia na primeira oportunidade que o sol e a ressaca as deu. Eu fiquei ressucitando os neurônios um pouco no apê, e depois fui fritar um pouco com elas. Na volta, beliscamos um pouco e voltamos, bem a tempo de votarmos! PS: como estávamos muito ocupados bebendo e descansando, não tiramos nenhuma foto, então, como ilustração, ficaram fotos tiradas da sacada do apê da Dê, por ela e por mim.
Domingo, 22 de junho de 2008

Aproveitamos esse fim-de-semana chuvoso para ficar em São Paulo. Na sexta, fomos na festa de aniversário do Edison, no Finnegan's, um bar em Pinheiros. Tava todo o pessoal do controle (Poli) e foi bem animado. O pub é um pouco apertado e estava bem cheio, e não dava para ouvir direito o som da banda que tocava no andar de baixo (para ser bem sincera, nem os vi). Mas enfim, o chopp estava bom, e como eu estava de motorista, o Pedro aproveitou para virar uma tequila... 
Photo by GuilleDes Sábado de noite fomos ao Itaú Cultural, onde está ocorrendo uma série de apresentações musicais intitulada de Rumos. Os grupos que estão tocando foram selecionados durante um programa de incentivo cultural e vêm de vários lugares do Brasil, e apresentando muitos rítmos regionais. Os show são grátis, e o outro bloco de apresentações será em julho. Para quem quiser ouvir um pouco desses artistas, o site do Itaú possui uma rádio. Dessa vez, assistimos o grupo mineiro Monte Pascoal, um quarteto de saxofones e percussão, muito legal, e também a paraibana Zabé da Loca, bem velhinha, que tocou pife (uma espécie de flauta), bem interessante também. Compramos o CD do Monte Pascoal, que pode ser ouvido no site do Renato Goulart, músico que arranjou algumas músicas para o quinteto. Não posso deixar de comentar que temos passado esses finais de semana assistindo à série de ficção científica Battlestar Galactica, que trata da história da guerra entre os humanos e os cylons, seres criados pelos humanos, e que são iguais aos próprios. Os humanos vivem em naves, e estão em busca da Terra, e enquanto isso precisam garantir sua sobrevivência, se protegendo contra a raça inimiga. Porém, o que move os episódios, além das batalhas, é o fato dos cylons estarem escondidos entre os humanos e se relacionando com eles, o que torna a série bem tensa. Ela já está na quarta temporada e não passa por aqui, mas o Pedro puxou os episódios pela Internet.
Domingo, 8 de junho de 2008
Hoje fomos ao Museu da Casa Brasileira, assistir o Duo Carrasqueira tocar músicas brasileiras para flauta e piano. Fazia um tempo que eu e a Dê não saíamos para ouvir música, e essa apresentação foi uma ótima pedida. Além de ser um Duo muito bom, e terem escolhido um repertório bem legal (com Ernesto Nazareth e Pixinguinha entre outros), o ambiente é muito tranqüilo, e agradável. Definitivamente não é um programa para quem quer agito no domingo de manhã, mas francamente, quem quer ouvir puts puts num horário desses?! Todo domingo, às 11h da manhã (viu, nem é tão cedo) no mcb acontecem apresentações de música brasileira, e a entrada é franca. O mcb não é um museu imenso, é meio que uma versão miniatura da Pinacoteca com o Parque da Luz atrás, ou seja, tem algumas salas com exposições muito bem cuidadas, e um jardim grande atrás, onde, em dias bonitos como hoje, o pessoal dos Jardins leva as crianças para brincar e os velhinhos vão passear. Tudo isso criou uma atmosfera meio saudosista de quando éramos crianças e nossos pais nos levavam para passear. Sobre as exposições, seguindo o hype de Centenário da Imigração Japonesa, o museu está com uma exposição de luminárias em formato de peixe do Lucas Isawa, e, no salão principal, fotos do bairro da Liberdade, por Mario Scavone (veja um outro ensaio dele com narração dele na Embraer). As fotos são muito legais e vale a pena dar uma passada por lá para ver, é o tipo de ensaio que eu gosto: fotos expontâneas, de um ambiente urbano. Isso sem falar na técnica do Mario, que, ao meu olhar de leigo pareceu que ele pegou detalhes das fotos, muitas vezes pedaços meio desfocados (soft focus?), e aplicou um filtro "Unsharpen Mask" que cria cantos mais vivos, dando impressão, em algumas fotos, que elas tinham sido retocadas a aquarela! Eu até tirei uma foto para brincar de tentar imitar aqui em casa 
Domingo, 25 de novembro de 2007
What woud you do if a sang out of tune? Would you stand and walk out on me? Lend me your ears and I'll sing you a song And I'll try not to sing out of key
Bom, como os leitores sabem, estamos indo para a Chapada Diamantina no fim do ano. Nesta viagem vamos passar horas no carro, e por muitas belas paisagens e lugares diferentes, portanto precisamos de duas coisas: - Temas para Fotos
- Músicas de Viagem

Por isso, resolvi pedir uma mão para nossos caros amigos que de vez em quando dão uma passada por aqui: Indiquem para nós seus temas fotográficos favoritos e músicas de estrada preferidas  Vejam a continação do artigo para algumas idéias que eu ja tive, e para o formulário de cometários.
Continuar lendo "Com uma pequena ajuda dos amigos"
Domingo, 14 de outubro de 2007
Em homenagem ao dia das crianças a Orquestra Experimental de Repertório apresentou na sexta (dia 12), sábado e domingo o espetáculo "Musico de Musicis" no Teatro Municipal, que uniu música clássica com desenho animado. Eu o Pedro fomos ver a orquestra na sexta, e eu, particularmente fiquei encantada! 
A regência foi maestro Juliano Suzuki, que foi meu professor de piano no Conservatório Vila Mariana. Para mim o Juliano foi sempre sério, e fiquei surpresa quando ele entrou para reger e começou a fazer brincadeiras com a orquestra e a platéia, com muito carisma e bom humor. Adorei quando ele pegou um celular vermelho de pelúcia para ligar para o cientista da música! As crianças adoraram! Eu nunca imaginava que além de intérprete, regente e professor ele também fosse ator! Desde a última vez que o vi reger foi com a Sinfônica Municipal no ano passado, e notei que sua regência está mais livre e entrosada com a orquestra. Gostaria de ter ido cumprimentá-lo pelo trabalho, mas não tivemos acesso. Mesmo assim, registro aqui meus parabéns e gostaria de dizer que fico muito feliz pelo sucesso que tem tido na sua carreira e orgulhosa por ter sido sua aluna! Acho essencial esse tipo de educação musical voltada para as crianças (e seus pais). Elas precisam conhecer a maravilha que é a música clássica, sua riqueza, seus compositores e intérpretes.
|