Domingo, 22 de junho de 2008

Aproveitamos esse fim-de-semana chuvoso para ficar em São Paulo. Na sexta, fomos na festa de aniversário do Edison, no Finnegan's, um bar em Pinheiros. Tava todo o pessoal do controle (Poli) e foi bem animado. O pub é um pouco apertado e estava bem cheio, e não dava para ouvir direito o som da banda que tocava no andar de baixo (para ser bem sincera, nem os vi). Mas enfim, o chopp estava bom, e como eu estava de motorista, o Pedro aproveitou para virar uma tequila... 
Photo by GuilleDes Sábado de noite fomos ao Itaú Cultural, onde está ocorrendo uma série de apresentações musicais intitulada de Rumos. Os grupos que estão tocando foram selecionados durante um programa de incentivo cultural e vêm de vários lugares do Brasil, e apresentando muitos rítmos regionais. Os show são grátis, e o outro bloco de apresentações será em julho. Para quem quiser ouvir um pouco desses artistas, o site do Itaú possui uma rádio. Dessa vez, assistimos o grupo mineiro Monte Pascoal, um quarteto de saxofones e percussão, muito legal, e também a paraibana Zabé da Loca, bem velhinha, que tocou pife (uma espécie de flauta), bem interessante também. Compramos o CD do Monte Pascoal, que pode ser ouvido no site do Renato Goulart, músico que arranjou algumas músicas para o quinteto. Não posso deixar de comentar que temos passado esses finais de semana assistindo à série de ficção científica Battlestar Galactica, que trata da história da guerra entre os humanos e os cylons, seres criados pelos humanos, e que são iguais aos próprios. Os humanos vivem em naves, e estão em busca da Terra, e enquanto isso precisam garantir sua sobrevivência, se protegendo contra a raça inimiga. Porém, o que move os episódios, além das batalhas, é o fato dos cylons estarem escondidos entre os humanos e se relacionando com eles, o que torna a série bem tensa. Ela já está na quarta temporada e não passa por aqui, mas o Pedro puxou os episódios pela Internet.
Domingo, 15 de junho de 2008
Depois desse último post, ficou difícil fazer um para o dia dos namorados, então resolvi falar do nosso final de semana dos namorados. Primeiro, quero contar para os leitores e recomendar o Florina, onde comemos um delicioso Fondue Valaisanne a luz de velas e tomamos uma garrafad e Cabernet Sauvignon. Mas o que foi bom mesmo nesse final de semana foi perceber que, apesar dos quase 1 ano e meio de namoro, continuamos conseguindo passar dois dias inteiros juntso fazendo aquelas brincadeiras bobas e agindo como duas pessoas que acabaram de se apaixonar. Que seja assim sempre 
Quinta, 12 de junho de 2008
Domingo, 8 de junho de 2008
Hoje fomos ao Museu da Casa Brasileira, assistir o Duo Carrasqueira tocar músicas brasileiras para flauta e piano. Fazia um tempo que eu e a Dê não saíamos para ouvir música, e essa apresentação foi uma ótima pedida. Além de ser um Duo muito bom, e terem escolhido um repertório bem legal (com Ernesto Nazareth e Pixinguinha entre outros), o ambiente é muito tranqüilo, e agradável. Definitivamente não é um programa para quem quer agito no domingo de manhã, mas francamente, quem quer ouvir puts puts num horário desses?! Todo domingo, às 11h da manhã (viu, nem é tão cedo) no mcb acontecem apresentações de música brasileira, e a entrada é franca. O mcb não é um museu imenso, é meio que uma versão miniatura da Pinacoteca com o Parque da Luz atrás, ou seja, tem algumas salas com exposições muito bem cuidadas, e um jardim grande atrás, onde, em dias bonitos como hoje, o pessoal dos Jardins leva as crianças para brincar e os velhinhos vão passear. Tudo isso criou uma atmosfera meio saudosista de quando éramos crianças e nossos pais nos levavam para passear. Sobre as exposições, seguindo o hype de Centenário da Imigração Japonesa, o museu está com uma exposição de luminárias em formato de peixe do Lucas Isawa, e, no salão principal, fotos do bairro da Liberdade, por Mario Scavone (veja um outro ensaio dele com narração dele na Embraer). As fotos são muito legais e vale a pena dar uma passada por lá para ver, é o tipo de ensaio que eu gosto: fotos expontâneas, de um ambiente urbano. Isso sem falar na técnica do Mario, que, ao meu olhar de leigo pareceu que ele pegou detalhes das fotos, muitas vezes pedaços meio desfocados (soft focus?), e aplicou um filtro "Unsharpen Mask" que cria cantos mais vivos, dando impressão, em algumas fotos, que elas tinham sido retocadas a aquarela! Eu até tirei uma foto para brincar de tentar imitar aqui em casa 
Domingo, 1 de junho de 2008
Fim-de-semana frio e chuvoso em São Paulo. Não fizemos muita coisa de interessante, tive que ir trabalhar e o Pedro ficou ocupado com o pai dele. Foi uma semana um pouco cansativa, principalmente para o Pedro. E para aumentar os ânimos, resolvi arriscar meus dotes culinários fazendo cookies. Apesar de terem ficado um pouco queimados, porque eu deixei tempo demais no forno, eles ficaram gostosos. Para quem quiser se arriscar, a receita é muito fácil. Tem até um videozinho explicativo mostrando passo-a-passo como é feito (mas não tem segredo!). Cookies de chocolate 1 xc. (chá) de farinha de trigo1/3 xc. (chá) de açúcar mascavo1/3 xc. (chá) de açúcar cristal1 ovo grande1 col. (sopa) de margarina1/2 col. (chá) de fermento em pó1/2 col. (chá) de essência de baunilha1 pitada de sal1/2 barra de chocolate amargo picado (90g)Misturar todos os ingredientes numa vasilha até obter uma massa firme. Distribuir em uma forma untada e colocar para assar a 180ºC por 30 min. Rende uns 8 cookies médios. x Ainda comentado sobre comida, no sábado de noite fomos num restaurante português chamado O Bacalhau do Porto, no Ipiranga. O ambiente é bem típico, toca-se música de Portugal. Além de bacalhau, eles servem pratos com salmão e truta. Gasta-se em média uns 30 reais por pessoa. No meu quesito restaurante, ficou um pouco a desejar. Comi uma truta grelhada com molho de maçã, que estava uma delícia. Em compensação, o fettuccine ao molho branco estava ressecado e com pouco molho (não dava para enrolar na colher). Mas valeu pelo bolinho de bacalhau de entrada, e também pela companhia dos pais e tios do Pedro.
|