Domingo, 2 de outubro de 2011
Nossa, esse foi "O Ano da Casa". Passamos o começo do ano inteiro procurando um apê
para nós, e os últimos 4 meses entre banco, cartório, lojas de material de construção, lojas
de móveis e a obra.

Bom, mas agora a reforma está na fase final de acabamento, e a obra está ficando com
cara de casa. Se tudo der certo, me "mudo" essa semana ("mudo" entre aspas porque
não tem quase nada para levar, mas ok).

Essa experiência toda tem sido bastante cansativa, mas agora que as coisas estão ficando
prontas estamos vendo como é gratificante. Claro que no começo teremos várias coisas
improvisadas, mas quem realmente precisa de pegador de saladas para ser feliz (ou de
iluminação sobre o balcão, ou de armários, ou de box no banheiro, etc, etc, etc...)?
Agora é começar a pensar nas festinhas
Domingo, 21 de agosto de 2011
Após um semestre muito estressante, com correria no trabalho, apresentação da qualificação do Mestrado, a busca e compra do apê, tivemos em julho as nossas tão merecidas férias! Ano passado, enquanto fazia minhas pesquisas para minha viagem para F. Noronha, descobri Los Roques, um conjunto de ilhas na Venezuela, após ler alguns blogs na Internet, e buscar algumas informações. Apesar de um destino rústico, com poucas opções de hospedagem, e não ter estrutura de resorts, foi um lugar perfeito pro que procurávamos: descansar em um lugar paradisíaco, sem ter que se preocupar com n-a-d-a! 4 dias antes de ir para a terra de Hugo Chávez, eu torci o pé saindo do trabalho (parecia até vudu), mas fui viajar assim mesmo... Apesar do tropeço, chegamos tranquilamente em Caracas após 5hs e meia de vôo TAM, comprado com 4mil milhas (uma pechincha ). Um pouquinho de tensão na hora de trocar os dólares por bolívares no aeroporto, logo estávamos no hotel Catimar, que oferecia transfer de graça, e nos pareceu a opção mais segura. Não era nada confortável, mas pelo menos tinha ar-condicionado... Caraca, a temperatura é muito quente naquelas bandas! Na manhã seguinte pegamos o vôo no aviãozinho sinistro para LR, da Jomicol. Meia hora de tensão. Mas quando você começa a ver LR de cima, tudo começa a valer a pena... 

Ficamos numa pousada ótima, super recomendada, a Posada Guaripete, que já está famosa entre os brasileiros que vão para lá, graças à divulgação que é feita na Internet. Como já sabíamos, a ilha de Gran Roque, única habitável, é bem simples, poucas lojas e restaurantes, ruas de areia, mas bem alto-astral. O melhor mesmo é o mar do Caribe... não temos palavras, bastam as fotos: 

Então nosso ritual diário era: acordar, tomar o café farto, escolher para que ilha iríamos com ajuda da Fabíola (gerente de lá que organiza qualquer coisa), pegar o barco, esperar seu guarda-sol ser montado, passar protetor solar, ficar o dia todo vegetando na praia, esperar o barqueiro de buscar para levar de volta para a pousada, comer o lanche, tomar banho, jantar e dormir. Impossível mais relaxante que isso! 

Em 7 dias tivemos oportunidade de visitar quase que todas as ilhas: Madrisquí, Francisquí (fomos 3 vezes!), Crasquí (a preferida, melhor snorkelling), Cayo Vapor (onde ficamos com a ilha só pra gente!), Bajo Fabian, Boca de Cote, Noronquí, Dos Mosquises e é claro... Cayo de Água, o mar mais esplêndido que já vi na vida! 
Lá eu comemorei meu aniversário de 27 anos. O pessoal da pousada e o hóspedes cantaram parabéns, me fizeram bolo e tudo! Foi muito legal!!! Bom, destino recomendadíssimo e barato para quem gosta de ir a lugares e ficar sem-pa-la-vras, e que não precisam de muito luxo para se divertir. De volta à realidade, só sobrou a cor de pele e as boas lembranças de LR.
Sábado, 20 de agosto de 2011
Seis meses atrás, em janeiro, estávamos começando a nossa saga de comprar um apartamento em São Paulo. Depois de dezenas de imóveis vistos, algumas decepções, algumas alegrias, e muita perseverança, encontramos nosso o apê que atendia quase todos os nossos requisitos, e o melhor, cabia no bolso! No comecinho de julho, finalmente recebemos as chaves do apê-r-tamento! 
Até o Tommy foi conhecer... 
Enfim, dessas fotos não restou mais nada (só essa parede laranja sinistra, que ainda não pintada). Tá tudo em obra, então entramos numa segunda fase estressante (mas bem mais legal!), que é comprar materiais de construção, ir atrás de pia, box, marceneiro... Bom, daqui a um mês, amigos, pretendemos inaugurar a deep house, com ou sem lugar para vocês sentarem!
Segunda, 20 de junho de 2011
Uma fotinho para o meu amor, em homenagem às incertezas que nos rodeiam. x
Domingo, 19 de junho de 2011

Essa história já aconteceu há dois meses atrás, no dia 24/abril, mas não poderia deixar de registrar aqui no blog este momento tão especial! Já havíamos falando sobre comprar alianças há alguns meses, mas o Pê conseguiu me pegar de surpresa. Tudo começou num sábado, em que estava chegando na minha casa quando vi o carro do Pê saindo. Pensei: "ué, ele está indo embora sem nem me ver?". Naquele dia, o Pedro sumiu, e depois de várias chamadas na caixa postal eu fiquei brava... era a primeira vez que ele deixava o celular desligado, onde será que estava?! Depois de alguns dias, no feriado de Tiradentes, ele sugeriu para sair para jantarmos. Na quinta não deu certo, pois uma amiga resolveu vir à minha casa e saímos com ela, na sexta eu não estava muito a fim, e no sábado, já impaciente, o Pedro insistiu para que saíssemos para jantar. Ok, vamos lá então! Ele passou esse feriado todo irritadiço e ansioso, e eu perguntando o que havia de errado com ele. No sábado de noite, ele passou aqui em casa para me buscar e eu estava atrasada... eu falei "Pedro, fica calmo que a gente não tem hora marcada...", coitado dele, nós tínhamos sim! Atrasados, fomos num restaurante super gostoso, o Tordesilhas. Chegando lá, os garçons nos receberam com muita atenção (até demais, achei estranho, mas tudo bem!). Sentamos numa mesinha super gostosa, e o Pê já colocou o guardanapo no colo... perguntei "Vc está ansioso?"... Juro que não desconfiava de NADA! O mais engraçado foi quando eu quis pedir suco, e ele não deixou "Nós VAMOS tomar vinho!". Bom, depois de tanta ansiedade e planejamento, o Pê tirou a caixinha do bolso, e nesta hora meu coração se desmanchou..."Vc quer se casar comigo?". Fiquei tão emocionada que eu não consegui responder e lágrimas cairam dos meus olhos! "Lágrimas de tristeza ou felicidade?", ele perguntou... hehehe, e lá fiquei eu derrubando lágrimas por uma hora, mais ou menos! No fim, foi uma noite inesquecível! Agradeço ao atendimento do Tordesilhas, que nos ofereceu as sobremesas fantásticas de cortesia e um serviço muito atencioso. Ah, obrigado também à tia Cris, que confeccionou as nossas alianças super exclusivas, com design do próprio Pedro. PS: depois de muita paciência e persistência, vamos finalmente assinar o contrato do apê amanhã! Tomara que dê tudo certo! 
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